Afinal, quem sou eu?

12 novembro 2015


Assim como no falecido Orkut, eu (e mais um milhão de pessoas) já se fez a pergunta: "Quem sou eu?" Bom, nós somos tudo aquilo que queremos e desejamos ser, e a cada dia queremos nos aperfeiçoar mais e mais, seja no real ou no virtual. Nessa questão, a opinião alheia conta? Será que é assim tão importante? Devemos maquiar as nossas vidas em busca de uma aprovação social? Talvez sim, talvez não, a escolha é sua. 

A internet se tornou uma verdadeira vitrine da vida perfeita. Todas as pessoas são "felizes" (ou ao menos tentam ser, estampando seus sorrisos), modernas,, bonitas, estilosas, bem resolvidas, viajadas e um tanto de coisas que acreditamos ser boas e reais.  Essa glamourização da vida nas redes sociais acaba provocando constantes comparações: "Nossa, queria esse corpo perfeito" "Fulano tem tal coisa, eu não" "Olha pra cicrano, tá viajando de novo e eu aqui dentro de casa" e quando menos esperamos concluímos que as nossas vidas são ruins, sem raça, monótonas e acabamos caindo no pessimismo. Tudo bem que comparações é natural do ser humano, mas tudo tem limite.

Quantas curtidas e comentários valem a sua felicidade? Por que deixar um número medir a sua autoestima?  Redes sociais são importantes sim, compartilhar coisas boas também, o que nós não podemos é esquecer da vida real e achar que a vida daquela nossa blogueira favorita é sempre flores, ela assim como nós "pessoas normais" é um ser humano com altos e baixos. É a vida. Acontece que, assim como fazemos, elas resolvem filtrar e compartilhar as coisas boas, pois a finalidade é entreter o público. E vamos combinar meu amigo que ninguém está procurando por ai ver os problemas alheios estampados, de problemas já basta os nossos. 

Devemos parar para pensar que muitas vezes essas grandes famosas, principalmente as do Instagram, vivem vidas infelizes e falsas, que fazem de tudo para serem bem vistas socialmente por pura insegurança. Mas como toda regra há sua exceção, sempre vai haver aquelas que fazem tudo isso porque realmente gostam. E Essena mostrou o outro lado da história, mostrou ser mais uma famosa feita pela sociedade que tinha a obrigação de esfregar na cara da sociedade que tinha uma vida perfeita e que era saudável impor corpos esculturalmente perfeitos, roupas minúsculas e tudo mais. 

A vida vai muito além de fotos, legendas, curtidas e seguidores. A internet não deve te limitar, muito pelo contrário, pode ser a chave para o seu sucesso e libertação. Nós, seres humanos, devemos parar de ser tão rotulistas e liminates. Não seja burro em acreditar que existe um manual para a vida perfeita, afinal, o que é uma vida perfeita? Faça aquilo te faz feliz, a felicidade está dentro de você, e o resto, bom, ninguém nunca precisou de resto para ser feliz. 

2 comentários :

  1. Ah e como concordo. A internet veio, por um lado para facilitar umas coisas e outras não. E ainda mais para a gente que se "expõe" na internet, que é alvo de críticas e dentre mais. Enfim. Gostei do seu texto. Parabéns.

    Beijos, http://rafaeljviana.blogspot.com.br/

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  2. Que show esse post, vi recentemente a Ju Romano do blog Entre Topetes e Vinis uma frase que nunca mais vou esquecer, Vc não depende da aprovação dos outros pra ser feliz, levei a sério e tomei como exemplo. Parabéns pelo post, beijos

    http://www.angelimcosmeticos.com.br/

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